Tuesday, September 18, 2007

He, he, he mamana wa minoo: nyandayeyooo!


Investigação deve visar bem-estar da população - defende vice-ministro da Planificação e Desenvolvimento, Victor Bernardo


A ÁREA de investigação e inovação deve ter como objectivo principal o combate à pobreza absoluta, o inimigo comum que a nação moçambicana tem de momento, no intuito de assegurar o bem-estar da população, segundo apontou Victor Bernardo, vice-ministro de Planificação e Desenvolvimento, palestrante principal do V Seminário de Investigação da Universidade Eduardo Mondlane (UEM), que ontem abriu em Maputo, sob o lema “A Investigação Científica na UEM e o Seu Papel no Desenvolvimento de Moçambique”.
De acordo com Bernardo, os investigadores devem potenciar as áreas agrária, recursos naturais e os impactos ambientais como determinantes para a redução da vulnerabilidade, bem como procurar formas de ter acesso e tirar benefícios de algumas vantagens existentes no sector da energia e produção de recursos hídricos.

Maputo, Terça-Feira, 18 de Setembro de 2007:: Notícias

Por outro lado, segundo o vice-ministro, perante o fenómeno da globalização, em que se destaque a evolução das comunicações, o nosso país é confrontado com o desafio de produzir conhecimentos que sejam relevantes, facto que fará com que Moçambique não seja um país alheio à nova dinâmica mundial. “É necessário que haja uma aplicação racional das tecnologias, não sendo necessariamente sofisticadas, mas sim relevantes e adequadas à nossa realidade. A necessidade de uma maior articulação entre a academia e o sector produtivo, entre a investigação e os resultados, deve ser uma das principais apostas para que haja resultados concretos. A UEM é uma instituição verdadeiramente moçambicana e deve, evidentemente, embarcar no processo de reformas, sobretudo das mentes, atitudes e alargar horizontes”, disse.

Acrescentou que o produto da universidade deve ser visível, tanto de forma directa, que é fisicamente, e indirectamente, através dos frutos que ela produz.

Por seu turno, o Ministro da Educação e Cultura Aires Ali, que presidiu à abertura do encontro, sublinhou a necessidade de se valorizare as reflexões, apresentações e contribuições em apresentação, o que ajudará a delinear estratégias para o reforço da capacidade institucional da universidade nos diferentes níveis de administração e gestão. Por outro lado, segundo ele, a expectativa com relação ao evento reside fundamentalmente na noção do papel e do lugar da universidade e da investigação científica no contexto sócio-político e económico da nação.

Também intervindo na ocasião, o reitor Filipe Couto explicou que a UEM precisa de estar mais virada para a produção de quadros empreendedores que, logo após a formação, estejam em condições de levar a cabo acções de geração de rendimento, e não passar a vida a pedir dinheiro ou emprego. Para ele, a investigação nunca deve prescindir do ensino, e os resultados do trabalho não podem ser engavetados.

Também, os resultados não podem ser colocados em livros grandes que ninguém possa ler ou aproveitar. As ideais devem estar simplificadas de modo a que até o pacato cidadão possa compreender o que se pretende com os frutos da investigação".
Fim da notícias.
TRIPLA ALIANÇA CONTRA POBREZA ABSOLUTA NA UEM!
(Planificação e Desenvolvimento, Educação e Cultura e UEM (Investigação?)!
Professor Rafael quantas páginas tem o livro que vai lancar hoje? Talvez seja melhor devolver o livro para a imprensa e pedir ilustrações para além de reduzir o número de páginas.
Quanto aos outros sublinhados a vermelho cada um interprete-os! Eu, sinceramente, tenho imensas dificuldades de perceber de que se está a falar. Alguém me ajuda?