Saturday, November 3, 2007

O que é o que é?: Dois títulos (gémeos) promissores!

“Don’t Judge a Book by its cover”!
"Não julgues um livro pela sua capa"

Não Julgues a qualidade de um livro pela sua capa, podes-te surpreender!
Lançamento a não perder, dia 7 de Novembro de 2007 (quem me dera podesse estar em Maputo):
Diz o que é: princípio geral da Sociologia”, do sociólogo e POETA, ou vice-versa, Luís Cezerilo (dos que mais tem publicado no país).
Oh, vai em simultâneo ser lançado “Docência e Investigação : a delícia e a dor de ser o que é”.

PS: Gune consegues 1 exemplar de cada para mim.

7 comments:

Bayano Valy said...

De alguma forma tínhamos que inventar um outro provérbio: "Don't judge a book by iys author". Isto refere-se a Cezerilo - não se pode chmá-lo gigante intelectual. Mas quem sabe nos surpreende. Pelo menos, ele publica.

Patricio Langa said...
This comment has been removed by the author.
Patricio Langa said...

Bayano.
“Pelo menos pública”!
Não sei até que ponto esse aspecto é o mais revelante.
Se bastasse publicar, qualquer um publicava.
Espero que desta vez tenham feito justiça aos donos das ideias que nos andam a fazer ler como se fossem suas. Uns plagiam Gaston Bachelar transformando seus enuciados epistemólogicos em poesia e não citam a fonte. Olha o que me foi dito a propósito do título: “Docência e Investigação: a delícia e a dor de ser o que é”. Caetano Veloso vai cobrar direitos autorais. A sua música é" cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é". A autora inverteu as palavras, será que fez menção a fonte?
Aí em Maputo anda um debate a proposíto de um estudante do ISCTEM que fez plágio a tese de outro estudante de direito da UEM. Este é um assunto que ainda vamos precisar debater com mais seriedade.

Bayano Valy said...

Patrício, apanhaste-me em cheio. Não queria antes fazer menção dos plágios deste e daquele ou das aulas via telefone, mas já que mencionas teremos que encontrar uma oportunidade para voltarmos a debater esta questão de plágio. quanto ao pelo menos publica.... queria alertar ao facto de que as tantas na falta do melhor o pior serve, não é? mais o que me mais intriga é a facilidade com que alguns "autores" publicam, principalmente obras que se pretendem científicas. Afinal, existe ou não um corpo científico ou uma comissão de pares que dá o seu aval sobre a qualidade de uma obra?

Patricio Langa said...

Bayano.
Fiz uma proposta a uma colega para estudarmos as condições e o tipo de publicação “ciêntífica” que se faz em Moçambique. Há toda uma série de questões que é preciso tomar em consideração, entre as quais orgãos colegiais, revisão de pares, editoras etc. Será que nós sabemos em que estado andam essas coisas? O caso do plágio, que não deve ser o único, deve ser apenas o que se tornou público. Não creio que seja apenas uma questão de ausência de legislação para sancionar esse tipo de práticas como alguma imprensa tenta colocar o problema. A legislação é importante, mas neste momento não é o fundamental. O fundamental para mim é que a nossa prática académica quotidiana não é orientada pela confrontação de ideias, e de teses, previamente estabelecidas. Cada um acha que vai inventar a roda. Assim, para quem é original não há necessidade de citar ninguém. Todo mundo, ou um número considerável, se acha pioneiro. Enquanto noutros contextos se ganha reconhecimento demostrando que lemos os outros e por isso sabemos de que falamos aí parace que não é bem assim.

O trabalho académico é essencialmente o de acrescentar conhecimento ao que outros já produziram (refutando, rectificando e inovando). Recordo-me de um ex-ministro da saúde que publicou, se a memória não me falha, pelo menos dois livros de metodologia de investigação (ou qualquer coisa parecida). Nesses livros, megalomaniacos, o homem só se cita a si mesmo. Se não me engano deve ter uma ou duas citações de Sócrates e Platão. Deve-se achar na sequência desses grandes filósofos. Não sei se faz ideia de quanto conhecimento se produziu nestes mais de 2000 anos. Existe também o problema da falta de catalogação adequada das nossas bibliótecas. Ninguém sabe o que existe e o que não existe. Aquilo é uma salada Russa. É possível ir buscar uma tese defendida em 1980 e voltar a presentá-la sem que alguém se dê conta disso. A UEM, por exemplo, têm alguns novos, ainda poucos, biblióteconomistas. Espero que tentem por a casa em ordem. Agora, então, com a Internet não imaginas as dificuldades acrescidas para identificar os plágiadores.
Enfim, estas são notas soltas Bayano. É preciso pensar em todas as nuances deste problema até, no meu entender, podermos reflectir sobre o tipo de soluções mais a própriadas. Quem sabe aí se pode pensar num modelo de tribunal académico adequado a nossa realidade. Aqui na Universidade do Cabo existe um departamento de ética e um tribunal académico que lida com esse tipo de casos.Com alguma regularidade os jornais da universidade publicam notícias relacionadas com esse tipo de práticas. O caso do estudante do ISCTEM concerteza terminaria com a sua expulsão e invalidação do grau que pretendia alcançar caso ficasse provada sua culpa.
Mas aqui é aqui, e aí é aí! Espero que Caetano Veloso não tenha uma letra igual!

Bayano Valy said...

Hehehe. Patrício, de facto é preciso que reflictamos seriamente sobre isso. as sugestões que avanças já me parecem um bom ponto de partida. gosto da ideia de um tribunal académico e isso é algo que se pode sugerir aos reitores das universidades. pode não ser tribunal, mas um corpo em que essas questões podia ser dirimidas.

só para ironizar: ser expulso? com tanta flta de "doutores" aínda pede-se que alunos que cometem fraudes académicas sejam expulsos? esse é que é o moçambique real.

falando sério, penso que podes escrever uma carta aberta aos reitores, tomando como ponto de partida essa situação do isctm. a tua ex-colega salmina já me tinha falado de situações em que alguém apresentava um paper que tinha tirado da net. isso me leva a uma outra reflexão, que aliás tinhas colocado melhor: a proliferação de universidades ou pseudo-universidades. será que porque as públicas não podem absorver tanto estudante e porque as privadas querem atraír o maior número possível destes, a qualidade deve ser sacrificada? me parece que esse é o caso. é que a isctm se fosse bem sério já teria tomado medidas. penso que não se tem tempo tanto é que o reitor anda a brincar à gestor político.

ps: existe um outro doutor no isri que publicou um livro sobre o médio oriente e não chegou a citar fonte alguma. no meu mundo islâmico, existe também um grande (para mim questionável nalguns momentos) líder cujos escritos acabam semanalmente nos jornais da praça. a maior parte dos livros que "escreve" são traduções de livros já escritos em árabe, e nem chega a citar. enfim... o ser humano quer a glória sem suor. mesmo uma escória, não acha? espero que ninguém tenha dito isso antes.

freefun0616 said...

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