

Agradeço a Sueli Borges por me ter chamado atenção para a notícia.
“B’andhla” – ou Agora- é um lugar por excelência democrático, para o debate de ideias, consoante a descrição das assembleias gregas de Atenas de (900s–700s AC), ou dos encontros de baixo do cajueiro na experiência de alguns povos africanos. Ideias que dizem respeito a todos nós enquanto comunidade de destino. Neste espaço espero que ninguém tenha receio de dizer o que pensa por medo de estar enganado. Só se engana quem pensa, mas também só pensa quem se engana! É ou não é?
4 comments:
verdade deve ser tratada com verdade, não com carinhos e beijinhos, daqui a 100 anos estaremos sem africa, e sem europa com tanta imigração
Uma coisa eu sei... um dos povos mais racista é o próprio negro, eles não se aceitam, procure chamar um branco de branquelo... nada acontece... depois chame um negro de preto, negão... vc entre em cana... meu filho sofreu opressão racista na escola quando fomos morar na Bahia, por ser branco, os coleguinhas mandaram um bilhete pra ele dizendo: "Você é tão branco quanto um leite mas vai ficar roxo de tanto apanhar!"... sem falar nas faltas de educação tanto de alunos quanto de professores... Bahia nunca mais!!!
Eh comum no Brasil os negros fazerem bully com os poucos brancos
eu e minha mãe já sofremos bully dos que são protegidos pela lei
Post a Comment